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Projetos Especiais
Case — Projetos Especiais

Johnnie Walker
Paulinho da Costa

Objeto interativo Sensores de toque Áudio Ponto de venda
Cliente: Johnnie Walker
Categoria: Projetos Especiais
1 pôster

Virou instrumento

0 telas

Só papel e toque

Toque

Sem instrução

Percussão

Som na hora

Descrição do Projeto

Para a Johnnie Walker, transformamos um pôster de papel em um dispositivo tocável. O cartaz trazia o set de percussão de Paulinho da Costa impresso — congas, tambores, pratos, bottles da marca — e, ao encostar em cada instrumento da imagem, a pessoa ouvia exatamente aquele som tocar.

A peça continuava sendo um pôster: mesma impressão, mesmo papel, mesma arte de campanha. A tecnologia ficava toda atrás. Uma malha de sensores de toque instalada no verso mapeava cada instrumento da imagem, e o toque disparava a amostra de áudio correspondente em milissegundos — rápido o bastante para o cérebro entender que foi o próprio gesto que produziu o som.

O resultado é que ninguém precisava de instrução. As pessoas chegavam, encostavam por curiosidade, ouviam o tambor responder e ficavam ali criando ritmos com as duas mãos — entrando, literalmente, no ritmo de Paulinho da Costa.

O que tornava a experiência única

A interface era o próprio material da campanha. Sem tela, sem botão, sem QR code: o público tocava a peça publicitária e a peça respondia — uma mídia impressa que virou instrumento musical.

O que foi desenvolvido

  • Conversão de um pôster impresso em superfície interativa, sem alterar a arte da campanha
  • Malha de sensores de toque atrás do papel, com zonas mapeadas instrumento por instrumento
  • Eletrônica e firmware próprios para leitura simultânea de múltiplos toques
  • Banco de amostras de percussão disparadas em tempo real, com latência imperceptível
  • Sistema de áudio embutido e calibrado para o ambiente do ponto de venda
  • Estrutura de totem em MDF preto com acabamento de marca e sinalização de convite ao toque
  • Operação autônoma: liga, funciona o dia inteiro e não depende de promotor para explicar

Ficha do Projeto

Cliente Johnnie Walker
Projeto Paulinho da Costa
Categoria Projetos Especiais
Formato Pôster tocável
Tags Toque · Áudio · Percussão
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Galeria do projeto

Como o projeto funcionou

Papel que sente o toque

Sensores instalados atrás da impressão detectam o contato da mão sem qualquer alteração visível na arte — o público vê um pôster comum.

Um som por instrumento

Cada conga, tambor e prato impresso tem sua própria zona mapeada e sua própria amostra de áudio, gravada para corresponder ao instrumento da imagem.

Resposta instantânea

A latência entre o toque e o som precisa ser imperceptível para a experiência funcionar. Foi o parâmetro mais perseguido no desenvolvimento.

Toques simultâneos

O sistema lê várias zonas ao mesmo tempo, permitindo tocar com as duas mãos e criar levadas de verdade em vez de sons isolados.

Totem de marca

Estrutura preta em pé, discreta, que se integra ao ambiente do bar e do ponto de venda sem parecer um equipamento de tecnologia.

Operação autônoma

Liga e funciona o dia inteiro. Não precisa de promotor explicando: a curiosidade do primeiro toque já ensina o resto.

Como esse projeto funciona

Uma malha de sensores de toque é instalada atrás da impressão. Cada instrumento desenhado no cartaz vira uma zona mapeada; quando a mão encosta naquela região, o sistema identifica a zona e dispara a amostra de áudio correspondente. Pela frente, a peça continua sendo um pôster impresso comum, com a mesma arte de campanha.

O projeto Paulinho da Costa. A XR Studio transformou o pôster de campanha da Johnnie Walker, que trazia o set de percussão do músico impresso, em uma superfície tocável: o público encostava nos tambores, congas e pratos da imagem e ouvia cada instrumento tocar de verdade, criando ritmos com as duas mãos.

Porque o cérebro só associa o som ao próprio gesto se a resposta vier em poucos milissegundos. Acima disso, a pessoa percebe o atraso e a sensação de estar tocando um instrumento se perde. Foi o parâmetro mais perseguido no desenvolvimento do projeto.

Sim. O totem foi desenhado para operação autônoma: liga e funciona o dia inteiro, sem depender de promotor explicando como usar. A curiosidade do primeiro toque já ensina o resto, o que torna o formato adequado a bares, lojas, feiras e ativações de marca.

Sim. A mesma lógica de sensoriamento por trás da superfície pode ser aplicada a pôsteres, painéis, vitrines, mesas, embalagens ampliadas e cenários. O que muda é o mapeamento das zonas e o conteúdo disparado — som, luz, vídeo ou movimento. Veja outros formatos em Projetos Especiais.

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