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Falar com especialista
Virou instrumento
Só papel e toque
Sem instrução
Som na hora
Para a Johnnie Walker, transformamos um pôster de papel em um dispositivo tocável. O cartaz trazia o set de percussão de Paulinho da Costa impresso — congas, tambores, pratos, bottles da marca — e, ao encostar em cada instrumento da imagem, a pessoa ouvia exatamente aquele som tocar.
A peça continuava sendo um pôster: mesma impressão, mesmo papel, mesma arte de campanha. A tecnologia ficava toda atrás. Uma malha de sensores de toque instalada no verso mapeava cada instrumento da imagem, e o toque disparava a amostra de áudio correspondente em milissegundos — rápido o bastante para o cérebro entender que foi o próprio gesto que produziu o som.
O resultado é que ninguém precisava de instrução. As pessoas chegavam, encostavam por curiosidade, ouviam o tambor responder e ficavam ali criando ritmos com as duas mãos — entrando, literalmente, no ritmo de Paulinho da Costa.
Sensores instalados atrás da impressão detectam o contato da mão sem qualquer alteração visível na arte — o público vê um pôster comum.
Cada conga, tambor e prato impresso tem sua própria zona mapeada e sua própria amostra de áudio, gravada para corresponder ao instrumento da imagem.
A latência entre o toque e o som precisa ser imperceptível para a experiência funcionar. Foi o parâmetro mais perseguido no desenvolvimento.
O sistema lê várias zonas ao mesmo tempo, permitindo tocar com as duas mãos e criar levadas de verdade em vez de sons isolados.
Estrutura preta em pé, discreta, que se integra ao ambiente do bar e do ponto de venda sem parecer um equipamento de tecnologia.
Liga e funciona o dia inteiro. Não precisa de promotor explicando: a curiosidade do primeiro toque já ensina o resto.
Uma malha de sensores de toque é instalada atrás da impressão. Cada instrumento desenhado no cartaz vira uma zona mapeada; quando a mão encosta naquela região, o sistema identifica a zona e dispara a amostra de áudio correspondente. Pela frente, a peça continua sendo um pôster impresso comum, com a mesma arte de campanha.
O projeto Paulinho da Costa. A XR Studio transformou o pôster de campanha da Johnnie Walker, que trazia o set de percussão do músico impresso, em uma superfície tocável: o público encostava nos tambores, congas e pratos da imagem e ouvia cada instrumento tocar de verdade, criando ritmos com as duas mãos.
Porque o cérebro só associa o som ao próprio gesto se a resposta vier em poucos milissegundos. Acima disso, a pessoa percebe o atraso e a sensação de estar tocando um instrumento se perde. Foi o parâmetro mais perseguido no desenvolvimento do projeto.
Sim. O totem foi desenhado para operação autônoma: liga e funciona o dia inteiro, sem depender de promotor explicando como usar. A curiosidade do primeiro toque já ensina o resto, o que torna o formato adequado a bares, lojas, feiras e ativações de marca.
Sim. A mesma lógica de sensoriamento por trás da superfície pode ser aplicada a pôsteres, painéis, vitrines, mesas, embalagens ampliadas e cenários. O que muda é o mapeamento das zonas e o conteúdo disparado — som, luz, vídeo ou movimento. Veja outros formatos em Projetos Especiais.
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